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 Casa na Árvore

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Anna Kolhs Müller
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MensagemAssunto: Casa na Árvore   Sab 11 Ago - 20:33


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Anna Kolhs Müller
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MensagemAssunto: Re: Casa na Árvore   Sab 22 Fev - 11:00


If you're gone, then I need you
If you're gone, then how is any of this real?
Ninguém atendia a porta. Por que ninguém atendia a porta? Sempre havia alguém em casa. Continuei batendo. Nada, ninguém. Praguejei, indo até uma planta que ficava ao lado da porta. Afastei o vaso para o lado e levantei um tapetinho que ficava embaixo deste, encontrando uma chave onde sabia que estaria. Voltei o vaso pro lugar, com medo. Qualquer forcinha e tchau gravidez. Encaixei a chave na fechadura e girei-a. Ela se abriu. Empurrei-a levemente, sem querer assustar ninguém, caso estivesse ali. Mas não havia. Na verdade, não parecia haver ninguém em casa. Porém, eu não achava que Sean estivesse fora. Era engraçado, mas eu sabia onde ele estava. Passei pela casa e cheguei a porta dos fundos, abrindo-a. Um lindo jardim surgiu na minha visão. Sorri, passando por ele e chegando a uma parte deste que era mais reservada, onde se estendia uma casa de madeira em cima de uma bonita árvore. "Droga, Sean, por que tantas escadas?", pensei enquanto subi degrau por degrau, segurando firme no corrimão. A outra mão, desocupada, acabou, involuntariamente, indo parar na barriga, segurando-a. Chegando lá em cima, tirei-a imediatamente de lá, entrando na casinha. Sean estava sentado no chão mesmo, no canto, segurando um bonequinho de madeira. "Oi." disse, me sentando ao lado dele com dificuldade, me apoiando na parede para abaixar-me. Sorri, sem o menor humor. "Você não me procurou mais. Se você não dissesse mais nada teria desistido de você." ele sorriu do mesmo jeito, me perguntando o porquê de eu não ter desistido, já que ele não dissera nada. Depois riu e se corrigiu, dizendo que tudo bem, que eu não precisava explicar. E então me encarou. "Você já sabia, não sabia? Por isso não me procurou. Por isso não foi a festa. Não teve coragem de me contar também?" perguntei. Eu sabia que ele era clarividente. Provavelmente teria tido uma visão do futuro comigo descobrindo tudo. E sempre soube. Talvez soubesse antes mesmo de acontecer. Levantei a mão até o pulso dele, segurando com firmeza. "Eu te amo, você sabe, não sabe?" perguntei. Ele sorriu, agora um sorriso de verdade, levando a mão dele à minha barriga. Tentei não chorar quando me lembrei que nem chegaria a ver o rosto desse filho. Talvez nem chegasse a tê-lo.

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MensagemAssunto: Re: Casa na Árvore   Qui 27 Mar - 20:00


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can i ask you something crazy?


 

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Eu sabia que era muita coisa em cima de Ana, mas é óbvio que as coisas ruins sempre acontecem todas de uma vez. Afastei minha mão dela. Ainda haviam muitas coisas não explicadas, mas eu não queria saber. Chega disso. Voltei a mão para perto dela, dessa vez segurando-a pela nuca e acariciando a bochecha dela com o dedão, criando coragem.  - Ana, eu sei que você percebeu que não tem ninguém em casa. Ela assentiu e eu percebi que ela ia começar a falar que era estranho sim, mas então ela me encarou e percebeu que era sério e que eu deveria falar, dessa vez. - Meus pais... Eles estão indo embora. Querem ir pra Roma, Grécia, sei lá! Mas eu não quero ir. Eu não vou. Não vou te deixar aqui sozinha com tudo isso. Ela pegou a minha mão, afastando-a do rosto e abriu a boca várias vezes, mas não disse nada, por fim percebi que uma lágrima estava escapando dos olhos dela. Ela começou a soltar o ar pela boca rapidamente e repetidamente. Movi o lábios, para chamá-la, mas não saiu nenhum som. Ana pôs as mãos no rosto e começou a chorar, tocando as costas das mãos nos joelhos, dobrados. Sinceramente, eu não iria querer estar no lugar dela. Uma guerra onde ela tinha que lutar para começar, sem memória e sem saber como confrontar o inimigo até pouco tempo atrás, no meio disso tudo descobrindo que estava grávida e que os avós do filho dela querem levar o pai deste pra longe, enquanto ela não tinha ideia do que fazer agindo junto com alguém, e menos ainda, agindo sozinha. Abracei-a, puxando para mim e beijando o topo de sua testa.  - Ana. Ana. Ana, olha pra mim. Vem comigo, ok? Pedi,  soltando-a e ajudando-a a se levantar. Levei-a até a "varanda" da casa da árvore e parei, olhando em volta. Ana se segurou e me observou curiosa. Eu ri. Ela perguntou o que era. Respirei fundo. - É que aqui, bem aqui, foi onde eu te pedi em namoro, lembra? Ah, claro que não lembra. Mas é verdade, eu não tô delirando nem inventado pra fingir que sou romântico, é sério. Enfim. Foi aqui que a gente passou de amigos, quando crianças, pra melhores amigos. Depois, de melhores amigos, pra namorados. Nada mais justo que vir aqui pra te dizer que você não precisa e não vai passar por tudo isso sozinha. Eu não vou deixar. Você sabe que é pra isso que eu existo. Pra cuidar de você. Eu quero te ajudar, estar contigo pra sempre e sempre, sempre dividir todo o sofrimento com você. Eu sei que nem é nada elaborado nem nada, mas eu te amo. É o que importa afinal, certo? Foi a única coisa que sempre importou pra você, tendo que ter uma vida tão... desapegada. Mesmo assim, eu queria que fosse algo mais, mas eu sou só eu, simples assim, e quero que você saiba que eu sempre vou querer você, simples, complicada, elaborada ou não. Tanto faz pra mim. Tirei a mão de onde me segurava e enfiei-a no bolso do shorts, tirando de lá uma caixinha. - Você casa comigo? Perguntei, abrindo a caixinha azul e revelando um anel com uma pérola em cima.
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Anna Kolhs Müller
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MensagemAssunto: Re: Casa na Árvore   Sex 28 Mar - 9:01


If you're gone, then I need you
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Eu definitivamente não estava ouvindo direito. Ele dia estar me mostrando um anel que fora da avó dele ou sei lá e dizendo o quanto ele era bonito. Não devia estar me pedindo em casamento, certo? Não podia estar mais confusa. Aceitava ou não? Era tão frustrante que ele lembrasse de coisas tão bonitas e eu não conseguisse. Como eu ia me casar sem sequer saber quem sou eu? Eu sabia que queria ele pra mim mais que tudo, e isso não mudaria nunca, com memória ou sem. Estiquei as mãos em forma de concha para ele e ele pôs a caixinha na palma das minhas mãos. Admirei o anel. Era lindo, como ele, como o meu amor. Ele dissera coisas tão maravilhosas, escolhera um lugar tão perfeito, um anel lindo, uma ocasião melhor impossível. Fechei a caixinha. "Não." respondi, colocando a caixinha azul escura na mão dele e fechando a mão deste por cima dela, empurrando-a. Balancei a cabeça, voltando a chorar. Eu não podia. Estavam acontecendo muitas coisas, rápido demais, frequentemente demais. E eu nem sabia quem eu era, o que estava fazendo ali, como eu tinha pais que morreram antes de que eu nascesse. E talvez Sean só estivesse se casando comigo por causa do filho. Eu tinha todo o direito de levantar essa hipótese, visto que eu nem me lembrava como ele era. Tapei meu rosto com as mãos, chorando. Tudo bem, ele estava deixando a família, tudo, pra ficar comigo, criar uma família, ter uma vida comigo. Mas era assim que deveria ser? Era tudo tão confuso. Tirei os olhos do rosto, me virando e começando a descer a escada, quando ele me chamou. Virei-me, encarando nos olhos dele quando senti alguma coisa. Um frio estranho. Os olhos dele, me perfuraram, perfuraram a minha alma, eu parecia entrar dentro deles. E quanto mais entrava, mais lembranças vinham. Lembranças. Eu conhecendo Leo e Lizzie, brincando com ele, ela cuidando de mim. Nós dois, eu e Sean, pequenos. Depois, nós dois mais Julie e David da mesma idade. E estávamos entrando em Hogwarts, em seguida, tomando cerveja amanteigada, nós maiores, eu e Julie entrando no Labirinto e recuperando o diamante de Ônix. Sean pedindo Julie em namoro. Eu fingindo namorar David. Depois brigando com Julie e eles terminando. David dizendo que estava mesmo afim de mim e achava que podia dar certo. Ele me beijando, os lábios frios do inverno, com sabor de sal. Eu, Emily e Piper explodindo alguma coisa, usando o mapa do maroto e nos escondendo em passagens secretas pelo castelo. Sean me pedindo em namoro naquela mesma varanda. Depois, nos nos Jardins da casa dele, correndo um do outro, e nos beijando. Eu descobrindo como derrotar Voldemort. Gritei, caindo de joelhos. Sean correu e se ajoelhou a minha frente, me chamando. Encarei-o por alguns segundos e abracei-o. Ele pareceu confuso. "Minha vez. Pode parecer loucura, mas você casaria comigo, Sean DiBord?" perguntei. Ele me segurou pelos ombros, me afastando, abriu a mão e depois a caixinha, pegando o anel lá de dentro. Estendi a mão para ele e ele pôs a joia no meu dedo. Observei minha mão, virando-a em todos os ângulos possíveis. Eu gostava de como o anel ficava nela. Sorri, voltando a olhar-o nos olhos. "Eu me lembrei." contei. Eu sabia o que ia acontecer comigo, mas e daí? Eu teria, um dia, sido a senhora DiBord, teria vivido, alegrias e tristezas ao lados dele, apesar da saúde ou da doença. "Eu te amo, acima de tudo, e nada além disso importa, até porque você é a única coisa que me importa. Se tudo der errado, e dai? Vou te vivido com você como sempre quis." disse, abrindo um sorriso maior ainda e voltando a abraça-lo com força. Ia contar tudo à ele.

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