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 Hall de Entrada

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Anna Kolhs Müller
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MensagemAssunto: Hall de Entrada   Sab 30 Jan - 15:15

hall de entrada

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Julie Marc Chermont
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MensagemAssunto: Re: Hall de Entrada   Ter 29 Mar - 19:26



this innocence is killing me

J
ulie deu uma rodadinha, se olhando no espelho uma última vez antes de sair do quarto. Deu uma bagunçadinha em seus cabelos médios, porque ainda achava que não estavam bagunçados o suficiente e ela gostava desse efeito. E sabia que ele também, principalmente porque era ele quem geralmente os deixava assim. Puxou seu tubinho para baixo, arrumando-o no corpo enquanto passava a chave de casa para abri-la, e passou os dedos entre o lado interno da alça direita e seu ombro para se certificar que não estava enrolado, enquanto empurrava a porta para trancá-la com o pé mesmo, exibindo seu salto alto. Parou na porta, apertando a alça da bolsinha que carregava antes de tocar a campainha. É verdade, ela tinha a chave daquele apartamento, mas não fazia questão de exibir isso para os convidados de David, sem falar no fato de que, em menos de um minuto ele já estava na porta. Sinceramente, bem antes do que uma pessoa normal atenderia a porta casualmente. Ela queria rir e ser sarcástica, perguntando se ele tinha corrido para atender até que ela chegasse, mas não o fez, preferiu ser mais sutil. — Demorei? — perguntou, com o tom casual na voz, como se fizesse isso o tempo todo, como se dissesse isso para qualquer outro. Mas não o fazia e, ultimamente, nem queria.


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David Hoyer Schmultz
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MensagemAssunto: Re: Hall de Entrada   Ter 29 Mar - 20:01

Even though I know you'll never be mine
David podia agir como se não estivesse contando os segundo para que sua convidada de honra chegasse, mas não ia se dar ao trabalho. Ninguém tinha reparado e se fossem perceber já o teriam feito se o vissem sutilmente correr para a porta todas vezes que a campainha soava. Sean mesmo já não estava mais disposto a conversar com o grifino de tantas vezes que ele saia para atender os convidados e agora nem sabia onde o amigo estava. No intervalo de monitoramento de entrada e saída do loiro, ele foi até o bar que havia montado no hall - onde a festa se passava porque ele não queria ninguém zanzando pelo seu querido apartamento, uma vez que já bastavam sua irmã e Sean dormindo ali - e pediu uma bebida que, quando lhe foi entregue, ele nem sequer se lembrava qual era. Virou o copo em dois goles, não queria fazer tão feio para a loira que esperava. No entanto, não soube dizer se era a ansiedade ou a bebida que quase o derrubou da cadeira para o chão quando ele ouviu o barulho da porta mais uma vez. Sorriu satisfeito com alguém, talvez consigo mesmo por estar esperando tão firmemente - principalmente considerando que ela morava literalmente logo ao lado -, talvez com ela - se fosse mesmo ela - por ter chegado ou, quem saber, com uma força superior que havia trazido-a até ali antes que ele enlouquecesse de esperar. Tropeçou com a rapidez com que se levantou, mas ainda assim não caiu. Não cairia essa noite, nem de bêbado, nem por ser um pateta. Foi até a porta que não estava nada distante e abriu-a, tentando conter o sorriso que queria exibir-se para que ela não se vangloriasse ou se considerasse vitoriosa em uma batalha em que ele já tinha entregado. Mas ela não precisava saber que ele estava tão aturdido, nem que tinha lhe dado a vitória à anos atrás. - Não, chegou no tempo certo. - Respondeu, forçando uma expressão galanteadora que não saiu com dificuldade, mas com dificuldade teve que evitar a expressão de bobo apaixonado. - Acho melhor entrar, vai se cansar de ficar em pé na minha porta. - Disse, sarcasticamente, dando espaço para que ela passasse por ele para entrar no apartamento. Ela o fez e ele aproveitou para segurá-la pela cintura, virando-a para si, seu rosto para o rosto dela. - Não estou vendo seu presente. - Constatou, sorrindo mais uma vez, dessa vez provocando-a, imaginando bem aonde ela queria chegar não exibindo uma boba caixa embrulhada.
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Julie Marc Chermont
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MensagemAssunto: Re: Hall de Entrada   Qui 31 Mar - 13:54



this innocence is killing me

E
la não era de ferro. Se tinha algo que não podia responder contrariando David era sobre entrar em sua casa. Mas é claro que isso não a impedia de provocá-lo, de forma alguma. Aproveitou o convite de entrar para passar pelo loiro mexendo um pouco a cintura, como se estivesse dançando suavemente com a música que passava lá dentro. Como se ela estivesse sequer um pouco empolgada para dançar com aquela gente. Até parece. Se tinha uma coisa que não sabia fazer, algo com que se parecia com a melhor amiga, era ficar fazendo sala. Não gostava de esbanjar a simpatia parecida com a de Anna, mas a verdade é que era capaz de tê-la mais curta que a da outra. E se tinha algo em que David era bom, era em não fazê-la esperar. Mesmo pensando na pressa que o grifino podia ter, assustou-se, pega de surpresa, quando ele a puxou pela cintura. Principalmente por tê-la virado para ele, para olhar em seus olhos, porque ele normalmente gostava de chegar por trás e surpreende-la sussurrando em seu ouvido. Ela riu, mordendo o lábio enquanto olhava para os próprios pés, tentando suavizar a intensidade instaurada, aquele clima que se passava entre os dois neste momento. — Opa, esqueci em casa, parece que vou ter que voltar pra buscar... — Respondeu, fingindo repreender a si mesma. — ...quando todo mundo tiver ido eu passo aqui pra trazer... — Continuou, agora voltando a encará-lo enquanto sorria inocentemente, como quem acabou de dizer que viu um gatinho. Quer dizer, bem que ela tinha visto...


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David Hoyer Schmultz
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MensagemAssunto: Re: Hall de Entrada   Qui 31 Mar - 14:54

Even though I know you'll never be mine
Aquela garota ainda ia deixá-lo maluco. Insinuar-se assim no meio da festa? Agora ele passaria o resto da mesma pensando no presente que ela passaria para entregar. Merda. Passou o braço pelos ombros de Julie antes que ela se adiantasse para dentro da pista sozinha. Conduziu-a até onde estivera com Sean antes, mas ele não estava lá. Viu por trás dela que o amigo estava no bar onde ele mesmo estivera antes e acenou discretamente para ele para que se aproximasse. - Então, sinto lhe informar, minha loirinha... - Começou, soltando-se dela para ficar de frente para a sonserina, deixando-a de costas para o lugar onde estavam as bebidas. Mais uma vez, usou seu sorriso sarcástico para falar. - ...mas você não é minha única convidada de honra. - Disse, apenas para provocá-la. E então parou para observar a expressão dela. Por um segundo, achou que fosse morrer com aquele olhar. Pensou que sairia fogo daqueles olhos claros que costumavam ser mais gelados do que quentes. E então ela bateu nele. Puxou a mão para trás e o estapeou com força no braço, na altura do ombro. Ele tinha certeza que se sua camisa social não fosse de mangas longas, tampando onde ela batera, qualquer um poderia ver uma mancha vermelha causada por aquela mãozinha fina, mas áspera. - Ai ai, calma, não tô falando de mulher, porra! - Pediu, fazendo uma careta e ficando meio corcunda, esfregando o lugar como se pudesse diminuir a cor avermelhada que deveria estar por baixo ou a dormência. - Tô falando do Sean! - Disse, indignado pelo tapa que recebera, mesmo sabendo que fora merecido. Esticou o braço, com a palma da mão aberta em direção de Sean, que já estava quase atrás dos dois e chegava rindo, com um copo na mão. Rindo dele. Filho da mãe, traidor...
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