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 Terraço

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Anna Kolhs Müller
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MensagemAssunto: Terraço   Sab 30 Jan - 15:14

terraço

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Annabela Kolhs Müller ♥
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Anna Kolhs Müller
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MensagemAssunto: Re: Terraço   Sab 30 Jan - 18:36

our paradise
it's our war zone

- David, pela milésima vez, não, eu não desenho uniformes de quadribol! - Repetiu Anna cheia de repetir aquela pergunta todas às vezes que se encontrava com David. Ela empurrou o homem para que ele passasse logo pela porta que dava para o terraço antes que ele insistisse mais, o que ela sabia que ele faria por já estar acostumada com o jeito dele. Quase derrubou a taça de whisky de fogo quando fez o movimento, mas não ligou muito já que o apartamento nem era dela. Yasmin estava de costas para eles, apoiada na sacada, olhando os prédios e talvez a praia - que era uma das únicas coisas que diferenciava a Bewitchment City dos bruxos da Nova York dos trouxas. - Yasmin, será que você não conseguiria que seu irmão fosse menos repetitivo? - Perguntou enquanto ia até ela e se apoiava um dos seus cotovelos no mesmo lugar que a jovem, ficando de frente para a bruxa. David as alcançou e passou um braço pela cintura de cada uma no terraço. Anna rolou os olhos. Desde a escola era assim. - Se você acha que eu vou pensar em voltar àqueles tempos de escola em que todo mundo pegava todo mundo, pode parar, grifino. - Comentou, trocando olhares zombeteiros com Yasmin. Mas eu ela brincando, é claro, e ele sabia disso. Na escola, quando saíam escondidos ou fazíamos festas, Anna, Julie, ele, às vezes Yasmin, e mais um extenso grupo, costumavam ser trocados vários beijos entre todos que haviam saído do castelo, indiferentemente. Não havia nenhum nem ninguém de quem ela se lembrava particularmente hoje. - Bem que me disseram que jogadores de quadribol eram todos mal intencionados... - Disse com ironia, dessa vez rindo com o homem. Nunca tivera uma grande amizade com David, especificamente, todos eram muito amigos de todos, mas ela gostava de tê-lo como amigo, afinal. A campainha tocou, indicando o fim da conversa e o grifino se retirou para atender. Anna se virou para olhar a vista, encostando a cabeça nos ombros de Yasmin, se sentindo um tanto boba por ter relembrado os tempos de Hogwarts. Mas não disse mais nada por aquele instante, aproveitando a leveza deixada pela conversa.
darren criss. @ shine

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Última edição por Anna Kolhs Müller em Sab 30 Jan - 19:21, editado 1 vez(es)
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David Hoyer Schmultz
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MensagemAssunto: Re: Terraço   Sab 30 Jan - 18:40

Even though I know you'll never be mine
Anna parecia já estar cheia de tantas perguntas da parte de David, mas ele não precisava ser especialista em moda para saber que os uniformes que era obrigado a usar em campo não eram dos mais bonitos e ele não gostava de ficar mal na fita. Ele abriu a boca para contestar a posição dela, mas não teve tempo de pronunciar uma só palavra e já estava sendo empurrado para fora do apartamento com urgência. Ele sorriu de canto. Gostava de irritar a amiga. Logo que ele transpassou a divisão da parte interior com a exterior da casa a moça lhe passou e se pôs ao lado de sua irmã na alta sacada do prédio de dezesseis andares. Teve vontade de sorrir quando se lembrou de quem gostava de fazer o mesmo. David se aproximou a tempo de ouvir a reclamação persistente de Annabela. No fim, se sentiu grato de que alguma de suas amigas de escola ainda fosse sua amiga mesmo que, provavelmente, fosse apenas porque moravam no mesmo prédio e o homem a chamava sempre que percebia que ela estava com o tempo livre. Passou os braços pelas cinturas das duas e se inclinou levemente para olhar para baixo do prédio. A sonserina pareceu incomodada, mas seu tom irônico denunciou à ele que tudo não passava de uma provocação. - Não estava pensando nisso, mas já que tocou no assunto, eu diria que você beija bem, sonserina, quer dizer, se eu me lembrasse da noite em que eu te beijei - As noites eram muito loucas naquela época e o grifino tinha beijado tantas meninas do seu grupo de amigos que não tinha sequer certeza de se tinha beijado à todas elas, como Anna, por exemplo. Também não se lembrava de quem beijava melhor ou pior, como alguns garotos tem tendência a fazer. - O que não é o caso... - Acrescentou rapidamente antes que ela respondesse à sua confissão. Riu quando ela deu uma resposta apressada, mas nunca sem perder a ironia típica de Anna Müller. Por fim, a campainha tocou antes que pudesse ser dita mais alguma coisa e ele largou ambas a irmã quanto a amiga para atender a porta de casa.
David ficou surpreso ao abrir para um estranho e encontrar Julietta na porta. Sorriu com expectativa, os pensamentos preenchidos de ideias de como puxá-la para um beijo. Ideias essas que logo se esvaíram com a lembrança de que não estavam sozinhos, pelo contrário, no próximo cômodo estavam a pessoa mais próxima à ele acompanhada da pessoa mais próxima à ela. Ele se pôs de lado, liberando a passagem para que ela entrasse. Quando o fez, o homem bateu a porte e finalmente se virou para lhe dirigir a palavra. -Julie...- Anunciou para ninguém em particular, como se estivesse apenas admirando o fato dela estar ali. - Por que você não entra antes de qualquer coisa? - Pediu ele, ainda disperso em pensamentos maliciosos e quando ela passou por ele, David a puxou, encostando as costas dela no corpo dele, esticando levemente a cabeça para que sua boca chegasse perto de seu ouvido. - Você sabe que eu não consigo parar de pensar em você, Chermount - E era verdade. O grifino só pensava nela e no coração dela, o qual queria ter para si. Mas guardou a segunda parte para si, talvez fosse um pouco cedo demais. Mas era verdade, ele queria tê-lo e ia fazer de tudo para consegui-lo.
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Julie Marc Chermont
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MensagemAssunto: Re: Terraço   Sab 30 Jan - 20:51



you are flawless



Julie tinha acabado de sair de uma reunião com o diretor da agência de modelos e já voltava pra casa depois de ter recebido a mensagem de Anna no celular no meio da reunião. Dizia apenas "Casa do David. De novo. SOS.". A modelo já estava acostumada, uma vez que essas visitas imprevisíveis da amiga à casa do homem tinham ficado frequentes devido a falta do que fazer da parte dele. Normalmente ela não se importaria muito com isso, mas agora que ela tinha cometido um pequeno deslize com o grifino não queria que a amiga ficasse sabendo de maneira alguma, muito menos por ele. Quando ela se deu conta estava dirigindo bem mais depressa do que pretendia.
Chegou rápido porque o trânsito não estava tão ruim e subiu até o andar que estava acostumada, uma vez que era o mesmo andar em que ela mesma morava. Bateu na porta com uma autoridade que não possuía de verdade porque, afinal, a culpa também estava nela. Julie quase se irritou com a habitual demora de David para atender a porta, tanto que quando ele finalmente o fez, ela levou um susto pela porta ter sido aberta de supetão por ele. O homem sorriu para ela e a loira ficou sem saber o que fazer em resposta. A sonserina quase conseguia ouvir as engrenagens da cabeça dele se movendo e tentando lidar com o fato de que eu estava ali parada na frente dele. Entrou quando foi convidada, porque apesar da urgência pra saber se a amiga tinha conhecimento do envolvimento dos dois, sabia ser educada. Contudo, quando ele lhe dirigiu a palavra ela não aguentou fica mais tempo em silêncio. - Posso saber por que você "raptou" minha amiga mais uma vez? - Foi direto ao ponto. Ele sorriu de canto de um jeito que a deixava louca de raiva e pediu para que ela entrasse realmente, como se a estivesse convidando gentilmente para uma festa na qual ela não quisesse entrar por receio de não gostar. Mesmo assim ela acenou com a cabeça em afirmativo ao seu pedido e passou a frente do garoto como ele esperava que ela fizesse. Julietta se arrependeu no momento em que sentiu uma mão em sua cintura a puxando para trás, de encontro com um corpo que ela podia sentir ser definido. A voz grossa dele se dirigiu à ela pelo canal de comunicação que ela mais odiava que fosse usado quando planejava manter o controle. A modelo girou o corpo sem deixar de encostar no dele e ficou de frente com o dono da voz. Perto demais. - Isso é um problema que você vai ter que resolver sozinho... - Provocou sem se mover um centímetro sequer. David riu e não havia muito o que ela pudesse fazer, seus narizes quase roçavam um no outro. - E tomara que você sinta muitas saudades mesmo... - Comentou, sorrindo de um canto da orelha ao outro, mas com um olhar desafiador. - ...Assim você só pensa em mim - Continuou, dessa vez empurrando o peito dele suavemente para se afastar. A moça deixou-o parado ali, daquele mesmo jeito enquanto dava as costas para ele e ia até a porta do terraço, passando por esta. Lá estavam Anna, sua melhor amiga, e Yasmin, a irmã de David - a qual Anna diria ser "uma versão mais suportável do irmão". Julie riu ao lembrar-se das palavras outra loira e já tratou de colocar-se no meio de ambas, empurrando-as para que se separassem. - Se divertindo sem mim, meninas? - Perguntou, tomando a taça da mão da amiga e se apoiando bem na ponta da sacada da cobertura, olhando tudo lá embaixo com muito interesse. Diziam que ela era louca por se pendurar naquele vidro assim, mas ela não se importava, porque sabia que eles estariam perdendo o que ela estava apreciando: a melhor visão do mundo, a qual é vista de cima.




But I just can't wait for love to destroy us


ty lexy at atf



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Yasmin Hoyer Schmultz
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MensagemAssunto: Re: Terraço   Sex 5 Fev - 16:49

△ wolves
Yasmin se contentou em ficar ao lado de fora do apartamento quando Anna e David voltaram a entrar começando mais um de seus diálogos sem fim do qual a cantora não fazia muita questão de participar. Pegou o celular silenciosamente e agradeceu aos senhores que inventaram as redes sociais mentalmente por tê-las feito ao mesmo tempo que publicava um novo tweet. Como alguns bruxos podiam viver sem isso, ela não fazia a menor ideia. Voltou a guardar o celular quando ouviu as vozes dos nem tão presentes assim voltarem a ficar altas novamente. Logo, se pendurou mais ainda na sacada para focar sua visão no que estava inferior aos 16 andares da primeira unidade do Edifício Manhattan de Bewitchment City. A "garotinha" nunca tinha ido à Nova York mas duvidava que algo assim pudesse ser visto de outro ângulo no mundo trouxa ou bruxo. Estando tão absorta em seus pensamentos, se assustou quando Anna começou a contar-lhe uma reclamação que poderia até colocar na urna de "Reclamações e Sugestões" que tinha na cabeça, a qual se referia especificamente ao seu irmão mais velho. Ela riu, afinal, não havia outra coisa ao que recorrer e nada o que pudesse fazer. Quase que sentindo seu nome, o outro Hoyer não tardou um segundo a aparecer e Yasmin sentiu sua cintura sendo puxada para ser entrelaçada com os braços dele. Tinha que admitir: ele sabia ser um sedutor, mas é claro que ele nunca tivera o menor interesse nele nem ele nada. Não porque se achavam feios ou realmente chatos ou qualquer coisa assim, apenas se gostavam de um jeito diferente. E Yasmin sabia muito bem quem mexia com a cabela vazia do homem mesmo que ele negasse, embora tenha visto a moça mais frequentemente em sua casa nos últimos dias. Não participou da conversa, porque não estava muito no clima, mas todos sabiam que a ex-sonserina era muito divertida e se tinha uma coisa da qual gostava era farra, mas com apenas a companhia dos outros dois, discutindo o passado o qual - obviamente - já havia passado, não havia espaço para divertimentos naquele ambiente nostálgico. Contudo, quando David saiu a primeira coisa que fez ao desabarem com aquela fina película de saudades foi cutucar Anna nas costelas para que lhe desse atenção. - Bela, ficou sabendo que vamos ter uma visita pra assistir meu próximo show? Perguntou do jeito que um dos professores criticaria chamando de "sem vergonha" como sempre faziam depois de ouvi-la falar enquanto no tempo de escola. Não era um tom de entusiasmo, era um tom de quem queria ouvir uma resposta descarada mesmo. Enfim ela negou, até porque não tinha meios de saber, uma vez que não seria algo que David sairia contando para ela, mesmo com a maior intimidade. As pessoas não gostavam de falar da vida das outras, mas a morena não era "dessas". - Não sabe? Eu já posso adiantar que é alguém que quando vier a gente vai ter que segurar, amarrar e segurar de novo. Disse na piada mais sem graça que conseguia inventar, contudo Anna riu entendendo, reação que Yasmin não esperava, uma vez que tinha dito aquilo apenas para fazer graça, afinal fazer piadas por fazer não era da personalidade da sonserina. Porém, querer chamar atenção era, então ela riu, voltando a falar na esperança de que a amiga dissesse tudo ao seu irmão depois para que ele viesse lhe pedir satisfações e ela finalmente pudesse dizer o quanto aquilo a irritava. A menina Hoyer não dava nenhum ponto sem nó.  - Meu irmão mataria o Sean se ouvisse isso, mas eu bem que achava ele gato na época de escola, digo, porque não nos vimos tanto depois disso. Comentou como quem não quer nada.  - Você também achava, não achava? Perguntou ainda mais por curiosidade do que por provocação - embora houvesse uma pontinha da outra coisa também. De qualquer forma, as duas sonserinas se conheciam quase desde sempre e provocações não eram ferida alguma para sua amizade e nenhuma das duas levava isso como ofensa e sim como uma brincadeira que só grandes amigas assim poderiam fazer. Quando ela afinal respondeu, Yasmin também não deu muita importância, porque na verdade não achava nada daquilo - mas bonito era sim, quer dizer - e nem queria saber de nada para ser sincera. Fazia apenas por gosto e perguntava apenas por capricho de menina confusa. Acabou sendo empurrada sem entender porque até que mais um tufo de cabelos loiros se encaixou no meio delas se divertindo e roubando a bebida da outra loira. Aproveitou e se pendurou de um jeito estranho, quase com a cabeça apontada para baixo como já a vira fazendo antes. A morena riu, trocando olhares com o irmão que aparecera na varanda com um ar de divertimento como se estivesse vendo suas três presas favoritas juntas. - aff, que saco, sabe que estávamos? por que você chegou pra atrapalhar? Ela respondeu, também com um sorriso lateral no rosto, dessa vez desviando o olhar para Anna, a quem lhe encarava de volta. Sabia que a outra também queria rir, mas claro que não pelo mesmo motivo. Anna ria pela diversão entre o momento dividido entre as três e Yasmin sorria pelo momento dividido apenas por Julie e David na qual ambas a cantora quanto a jornalista se intrometiam exatamente por não terem como se entrometer. - Estávamos falando sobre o Wittelsbach, gosta? Continuei o assunto, pensando em como a garota pendurada ali responderia sem parecer interessada demais na reação do loiro dos olhos claros. Todos sabiam que Yasmin não era má, mas boa garota ela também não era.
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