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 Revival Momes

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Molly Weasley
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MensagemAssunto: Revival Momes   Sex 19 Jun - 20:38

Revival Momes

Interações entre Molly Weasley e James Potter + oportunos

O revival ocorre no Corredor do Primeiro Andar da casa dos Potter, diante ao quarto de Alvo, e se passa no dia do retorno de Molly Weasley com o objetivo de transferência da escola Durmstrang para Hogwarts, antes do início das aulas do último ano de James Potter. Este dia coincide com o dia da primeira vez Seana. Os dois personagens compartilhavam de um amor sublime e carnal ao mesmo tempo, contudo não-platônico, de modo que a volta da futura sonserina deu retorno a sentimentos bloqueados pela sua ida. Todos da casa dormiam e Molly se acomodava no quarto de Lílian Potter. Restante do contexto onde os posts estão inseridos se encontrará presente nas postagens de caráter ON.
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Molly Weasley
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MensagemAssunto: Re: Revival Momes   Sab 20 Jun - 11:30

You said you never felt like this before
i'm begging baby please don't leave no... no.
Depois que Lilian me arrastou para seu quarto percebi que não tinha muita escolha sobre dormir na casa dos Potter ou não. Era claramente uma ordem. Contudo, essa condição de hóspede naquela casa acabou me deixando mais confortável do que eu pensei que deixaria. Eles me tratavam bem, como parentes de verdade, diferente de minha mãe que nem notara minha presença na casa quando eu voltara porque estava ocupada demais discutindo com papai. Por outro lado, meu pai viera até os Potter e me dera um beijo, entrando no conversa já iniciada sobre Durmstrang e minha transferência para Londres, para Hogwarts. Nem Anabelle nem James se encontravam. Quando voltou já era tarde e ela apenas acenou com a cabeça e subiu as escadas, mas eu reparei que ela estivera chorando. Por outro lado, o Potter mais velho nem sequer dera as caras naquele dia. Eu deveria estar feliz por isso, mas não estava.
Agora eu estava no quarto de Lili e tinha acabado de acordar, com sede. Porém estava receosa. Sair ou não sair? E se James aparecesse? Ou pior... E se ele não aparecesse? Saberia que ele teria dormido com alguma outra. Bufei, me levantando sem fazer barulho para evitar de acordar a mais nova da casa. Sai na ponta dos pés e fechei a porta silenciosamente. Olhei para o corredor, descendo das pontas e encostando todo o pé no chão novamente. Voltei a andar com a intenção de me dirigir até o topo da escada, mas não resisti quando passei em frente a um quarto com uma placa na porta. Nessa se lia "James Potter". Encostei o ouvido na porta, curiosa. Não ouvia nada, nem o barulho da característica respiração dele enquanto dormia, a qual eu achava uma graça. Quando pequenos, eu apoiava meus cotovelos no colchão e segurava meu queixo com as mãos enquanto ouvia o som que ele emitia. Mas agora, parada em frente ao seu quarto tudo que eu ouvia era o barulho do vento nas cortinas da janela ao fundo do imenso corredor.
Virei-me tristemente e de modo forçado e preguiçoso apenas para dar de cara com um par de olhos. Pulei para trás assustada interferindo na proximidade entre nós. James riu sua risada mais sarcástica e eu controlei meu impulso de chamá-lo de sádico pela dor que se instaurava no meu peito nesse momento fruto da vergonha que corava minhas bochechas.  Ele parou e ficamos nos encarando por o que pareceram horas com apenas o vento como música de fundo. Ele parou e ficamos nos encarando por o que pareceram horas com apenas o vento como música de fundo. E então ele falou. - É, eu voltei. - Respondi, me sentindo uma idiota por pensar que depois de todos esses anos esperara uma frase mais digna quando nos reencontrássemos. E então o silêncio voltou. Milhares de perguntas vieram na minha cabeça, cada uma delas mais tentadora que a outra. Ele sentira minha falta? Pensara em mim o mesmo tanto que eu pensara nele? Tentara me esquecer com tanta força quanto eu tentara esquecê-lo? Mas só uma delas conseguiu atravessar o filtro entre o meu cérebro até minha boca. - Onde você estava? - Questionei, tentando me repreender logo depois quando percebera o que sairá dos meus lábios. Mas era inútil, tinha colocado toda a minha frustração no tom da pergunta, toda minha dor e ele sorria de canto, aquele sorriso maroto como estivesse se divertindo comigo, mas ao mesmo tempo, como se minha pergunta tivesse o machucado. Contudo, esse era o efeito que ele tinha sobre mim, a maior característica dele que eu guardava não era o amor recíproco que sentia e sim o sadismo que exercia sobre mim. Ele era o único um que era capaz de me fazer sofrer com tamanha intensidade.
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James Potter
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MensagemAssunto: Re: Revival Momes   Sab 20 Jun - 21:31



Lá pela metade da madrugada Fred me trouxe de volta para casa, me chutando para fora do carro sem sequer se dar ao trabalho de desligar o motor. A risada do corvino de tom cínico ecoava pela noite como se fizesse parte do cenário da madrugada em Godric's Hollow. Eu não estava bêbado, tinha alta resistência com bebidas, mas poderia ter fingido que estava. Esvaziei o copo que carregava derramando o líquido no asfalto e joguei o plástico na lixeira antes de entrar em casa. Todas as luzes estavam apagadas, o que indicava que mamãe realmente desistira de se preocupar comigo e me esperar acordada. Aparentemente eu não ia tomar jeito, era o que diziam a ela. E provavelmente estavam certos. Tirei os sapatos e coloquei-os ao lado da porta de entrada. Era o meu sinal para dona Ginevra pela manhã "dizendo" que não tinha dormido fora de casa, estava no meu quarto. Fazia frio e meus pelos do peito estavam arrepiados porque a camisa tinha os três primeiros botões desabotoados. Subi as escadas segurando no corrimão porque me sentia patético com os braços caindo livremente ao lado do corpo.
O segundo andar não estava tão apagado devido a luz fraca sempre acesa do corredor. Estiquei as pernas no final da escada e me virei para o corredor, procurando a porta do meu quarto com os olhos já direcionados para ela. Parei no meio do caminho quando parei para observar a costumeira porta. Uma garota estava de costas para mim, com a cabeça encostada ali, provavelmente procurando ouvir algo. Mas não era Lilian com sua preocupação constante, nem mamãe, nem mesmo Ana, porque a moça tinha os cabelos tão escuros quanto a própria noite. Ela suspirava, o som da sua respiração se juntando ao do próprio vento. Aproximei-me, sem hesitar, meu coração pulando para fora do peito com a expectativa. As únicas garotas com estes cabelos que viriam para minha casa pela proximidade com familiares seriam Emily, Yasmin ou... Ela. E todas as minhas respostas corporais indicavam que a alternativa certa seria a última. Encostei-me na parede, de frente para as costas dela, esperando que notasse minha respiração em suas costas. Demorou um pouco, mas ela se virou.
Quando meus olhos encontraram com os dela perdi toda a voz e a coragem que tivera de chegar ali sem um segundo de hesitação. Um "oi" queria sair, como se nossa conversa devesse ser casual, como se Molly nunca tivesse ido embora e como se ela não tivesse feito isso por minha causa. Mas não ia recomeçar assim. Minha boca concordou uma vez que não se abriu, mas meu cérebro não ajudou procurando outra resposta. Ao invés disso, ele me levou até a cozinha. Era madrugada há dois anos atrás. Ela ainda morava aqui, ainda estudava em Hogwarts. Conseguia lembrar de cada característica das suas expressões faciais. A conversa tinha acabado, não estávamos mais gargalhando de algo que eu tinha dito. Agora ele me encarava séria. Tinha se afastado e estava encostada na bancada da pia enquanto eu me encostava na oposta desta. Molly olhou para o chão antes de começar a falar. "Desculpa Jay", a voz dela voltou a minha mente como se nunca tivesse deixado-a. Eu havia encarado-a confusa. "Não tá dando mais. E você sabe do que eu estou falando. Eu sei que você também sente isso aqui dentro", a sonserina continuou, apontando para o próprio peito, pro coração. "Só vamos tentar esquecer isso, ok? Amigos pra sempre. E só." Quis gritar, contestar, balançá-la pelos braços, até chorar, mas não fiz nada disso. "Também tenho que te pedir desculpa, Molly", me ouvi dizendo. Agora a expressão confusa era a dela. "Pelo que?", ela perguntou. "Porque eu não aguento mais não aguentar mais. Desculpa mesmo por esse impulso" respondi. "Do que você está falando, James? O que te impulsiona?", Molly insistia. "Você me impulsiona. Eu estou segurando isso por muito tempo, mil perdões, mas não vai dar mais." E então com um impulso - que ironia! - contra a bancada, meu atirei em cima dela, agarrando sua nuca e a beijando como jamais tinha feito antes.
Controlei o primeiro impulso de beijá-la, porque da primeira e última vez ela havia fugido e desde então eu só voltara a vê-la... Bem... Nesse instante. Devia ter devaneado demais porque o silêncio parecia instaurado. – Então você voltou? Depois de todo esse tempo? Questionei-a sem desviar o olhar por um segundo. Ela pareceu decepcionada, mas respondeu afirmativamente, contudo não de um jeito realmente convincente. O silêncio já pretendia voltar quando ela me direcionou uma pergunta como eu havia feito. Molly soava tanto irritada quanto mais decepcionada do que com a pergunta anterior, mas não pude evitar de sorrir de modo vencedor ao ouvir aquilo saindo de seus lábios. – Por aí. Respondi, dando de ombros sem dispensar meu sorriso divertido. – Você sabe como é... Concertei minha resposta anterior, começando uma nova. Não que tivesse algo de errado com a outra, apenas não tinha deixado algo tão claro quanto gostaria. – ...Tentando esquecer a única garota que teve a oportunidade de chegar ao meu coração. Suspirei, ficando sério. – E então arrancou-o. Contei-a de modo casual, o que foi a coisa mais sarcástica que já fiz na vida. Mordi o lábio com a expectativa da quebra do silêncio por parte dela. Molly balançou a cabeça em negativa, como se minha frase estivesse errada. Mas se ela estava errada quem melhor para consertá-la se não a protagonista dela? E então disse tudo que eu imaginaria que ela fosse dizer do jeito mais curto que pôde, sem dar muita explicação de nada. Tudo bem, porque eu conhecia seus porquês. Não éramos o casal de história que fica a saga inteira para se descobrirem apaixonados, ou para entender a reciprocidade. Sempre soubemos dos sentimentos um do outro, nos conhecíamos como ninguém, só sabíamos que não parecia certo. Mas, na minha cabeça, desde que ninguém soubesse... Segurei sua cintura com uma das minhas mãos, girando-a os noventa graus necessários para que ela ficasse encostada na porta fechada do meu próprio quarto. – Desculpa Molly, mas não quero ouvir desculpas dessa vez. Cheguei o rosto mais perto do dela. – Continuo sem aguentar. Afirmei, mas antes que eu mesmo me aproximasse ela disse algo, pronta para aceitar o beijo. Então cheguei mais perto e beijei-a do modo mais intenso que beijara alguém em toda a minha vida, com vontade. Seus braços envolveram meu pescoço em um verdadeiro abraço e minha outra mão também se encaminhou para sua cintura. Molly me empurrou para a parede oposta sem soltar meus lábios e pressionou meu corpo tanto contra seu próprio quanto contra a parede. Pensei que minhas moléculas fossem se desfazer. Ela jogou a cabeça para o lado e eu afastei minha boca da sua, aproveitando sua posição para beijar-lhe o pescoço traçando uma caminho até sua orelha. A sonserina impulsionou o corpo para cima e entrelaçou suas pernas na minha cintura, enquanto alcançava meus lábios novamente de modo certeiro. Parecia que nunca havíamos feito outra coisa na vida se não nos beijarmos. Era como se tivéssemos feito tudo isso durante toda a nossa existência. Perdendo o equilíbrio, voltei a parede a qual a porta do meu quarto se encontrava e coloquei Molly sentada sob a mesa de enfeites, me inclinando para não mover meus lábios para longe dos dela. Os braços dela se moveram, agarrando as costas da minha camisa, como se pedisse para eu chegar para mais perto. Só me restava obedecer, porque Molly nascera para comandar meus atos.
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Molly Weasley
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MensagemAssunto: Re: Revival Momes   Dom 28 Jun - 18:25

Now you say I got a touch, so good, so good
Make you never wanna leave, so don't, so don't
"Por aí", aquele projeto de frase martelava na minha cabeça causando um baque surdo e altamente propagante. Ele deu com os ombros e eu me encolhi com sua indiferença imensa e indefinível. Aquilo me fez lembrar o que estava usando: uma blusa de alcinhas e um shortinho que estava entre o tamanho de um short curto e de uma calcinha como se alguém tivesse colocado-o em uma maquina de lavar e ele tivesse encolhido. Mas ele continuou falando e a medida que as palavras dele atingiam meus ouvidos estes as prendiam como se nunca quisessem deixar que elas parassem de soar. Meu coração estava a mil e apesar de não haver um medidor de batimentos cardíacos ali, eu podia ouvir as batidas em alto e bom tom e tinha quase certeza que James também. Minhas veias pulsavam com força como se o sangue quisesse sair de sua rota e ocupar todos os espaços do meu corpo fragilizado pelo frio típico da cidadezinha. Potter tinha parado de falar e tinha acabado de me dar conta disso. Também percebi que lhe devia uma resposta. Meus lábios ficaram roxos e pesados como se tivessem acabado de perceber a temperatura ambiente, mas eu sabia que tudo isso era produto da expectativa em falar com ele. Neguei com a cabeça como se tudo que ele dissesse estivesse errado. E estava, é claro. Quer dizer, nós éramos primos. - Você sabe que eu tive que ir. Foi melhor. - Respondi laconicamente, afinal. Ele continuou me encarando com aquele vazio no olhar, como se quisesse que eu preenchesse-o. Por que todos os Potters tinham esse olhar tão transparente e tão pela metade? - A gente precisava entender o que era certo. - Lembrei-o, encarando meus pés que se moviam em um movimento de para dentro e para fora dos calcanhares. Agora sabia o quão aquele tempo fora inútil. Nesse momento estava pensando que o certo era ele e sempre seria. Era isso que eu devia ter entendido nesse tempo todo fugindo?
De repente, em meio a movimentos tão sutis por parte de ambos, James tomou minha cintura súbita e rapidamente, me girando contra a porta de seu quarto. Arrepiei-me e me encolhi. Mas isso não o espantou. Ele se desculpou ao mesmo tempo que chegava mais perto fazendo menção de algo que eu sabia bem o que era enquanto citava aquela noite e fazia com que cenas passassem correndo pela minha cabeça e vozes gritassem lá dentro em sintonia. Não sabia dizer se meu subconsciente estava aprovando aquilo. Fechei os olhos, esperando, porém ele parou e disse outra coisa. - Caramba Potter, me beija de uma vez! - Pedi, ainda de olhos fechados enquanto agarrava sua camisa e o puxava para mim suavemente. "Era só um beijo", me lembrei. Esse pensamento se esvaiu logo que nossos lábios se encontraram. Meus joelhos ficaram bambos. Era difícil me manter consciente enquanto sua mão deslizava por todo o meu tronco como se não conhecesse o caminho até minha cintura, mas, por fim, elas tiveram que encontrá-la porque ficaram logo sem desculpas. Pressionei todo o meu corpo contra o dele, abraçando sua cabeça para que pudesse envolvê-la nessa aproximação. Contudo, logo tirei os braços dali, descendo minhas mãos para seu peito, empurrando-o contra a parede atrás de si. Mordi o lábio de James, esticando-o até que ele se soltasse de meus dentes de joguei os cabelos para o lado, entortando a cabeça e deixando meu pescoço reto ao meu ombro. Recebi uma série de beijos na parte à mostra. Jogo baixo. Não sabia me controlar em relação a ter o pescoço invadido dessa maneira. Suspirei alto enquanto sua boca chegava ao meu lóbulo. Joguei-me em cima do então grifino e pousei minhas pernas em sua cintura enquanto tornava a beijá-lo. Foi a vez dos joelhos de James tremerem de modo que logo me vi sentada em cima de uma mesa que eu achei que não seria capaz de me aguentar, mas o fez muito bem. Ele se inclinava por cima de mim e eu agarrei-lhe as costas, sem saber se queria mais contato ou menos, infelizmente. Mas ainda era só um beijo. Suas mãos desceram para minha cintura mais uma vez e eu só percebi o que ele tentava fazer tarde demais, quando minha blusa já tinha passado pela minha cabeça. Abri a boca para protestar, mas ele já voltara a me beijar ferozmente. Soquei-lhe o peito sem força, como se pedisse para me soltar, mas realmente não parecia convincente. Quando seus lábios saíram de perto dos meus para meu pescoço novamente tive que parar alguns segundos antes de falar enquanto me arrepiava mais uma vez. - Ok James, para. - Mas ao invés de para ele me puxou para si, encostando meu tronco semi-nu no seu. Levantei-me da mesa ficando em uma altura mais digna. - Cheg... - Não cheguei a terminar a ordem porque estávamos envolvidos em mais um beijo.
Atrás das minhas costas estava a porta de seu quarto novamente. Joguei meu corpo por cima do dele sem perceber realmente o que estava fazendo e ele me segurou, minha cabeça sob a dele. Ouvi um rangido, senti o andar do grifino e depois escutei a batida da porta. Minha cabeça demorou mais tempo do que deveria - mais uma vez - para processar o que isso significava. Empurrei-o e cai em pé no chão novamente, com as mãos na cintura. - Isso definitivamente não pode acontecer, Potter. - Protestei, cruzando os braços. Ele também me chamou pelo sobrenome enquanto se sentava em sua cama e fazia com que eu tivesse que girar para acompanhar seu movimento. Mordi o lábio inferior. Estava tudo errado. Eu não devia ter começado nele o beijo. James esticou a mão e eu suspirei, aceitando. Ele me puxou e colocou sua cabeça sob a minha barriga nua, abraçando-me pelas coxas. Coloquei minhas duas mãos em sua nuca. Ele olhou para cima, me encarando nos olhos e eu abaixei a cabeça beijando-o suavemente. E mais uma vez os movimentos calmos foram deixados de lado por uma reação súbita de James. O moreno girou nossos corpos e eu acabei caindo deitada sobre o corpo dele. Empurrei-o novamente, mas seu corpo continuou em cima no meu na cama. - Você não vai... - Fui parada por mais beijos. Minha reação foi contraditória. Minhas unhas subiram de sua cintura, arranhando seu tronco com força enquanto tirava sua camisa como se precisasse muito dela fora dali. Seus beijos desceram da minha boca novamente, se dirigindo para os lugares onde minha camisa não cobria mais. - Não... Por favor, James... -  Mas ele não parou, então segurei seu rosto, fazendo com que olhasse para os meus olhos. - Você não pode me obrigar. - Ele sorriu sarcástico como se perguntasse "Você quer apostar?", mas ele foi além e perguntou o porquê de eu achar que ele precisaria me obrigar. Assustei-me, dando-me conta de que ele não estava menos que certo. Ele não ouvia o que saia da minha boca, ouvia o meu corpo, o meu coração. E nenhum dos dois parecia dizer as frases que meus lábios se forçavam para formar. Então puxei-o para cima, beijando-o enquanto procurava pelo seu fecho.
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